Ola!!
Demasiado tiempo. ¿Cómo estás?
Me perguntei ao receber seu bilhete:
quando a gente começa a amar?
Demasiado tempo
é preciso para sabê-lo.
E para sabê-lo,
é preciso ter amado pelo menos uma vez.
Raízes profundas não se soltam da terra
facilmente
O filme vivido por nós não foi um embuste
mas permite alguma interpretação pelos atores.
Já que você veio, aceita um café?
Sempre gostei do seu jeito triunfante.
Me diga, então, como estão as meninas,
enquanto comemos uma fatia de bolo.
Ainda somos duas pessoas genuínas?
Aceita mais um café, coma um pedaço de pêssego
Volte outras vezes, se houver atalhos,
aproveite-os.
José Carlos Sant Anna,
25/agosto/2025
Olá, José Carlos!
ResponderExcluirSua poesia traz em si uma grande verdade: o tempo nos transforma. Ainda somos os mesmos? Não, diante do tempo, jamais seremos. É preciso tempo para avaliar e responder inúmeras questões.
Um poema vivo e agradável de ler. Parabéns.
Um abraço, Marli.